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Rio
Escola Arte São Paulo
Release de cursos - Intensivos - Janeiro/04
Programação
Desenho Artístico, HQ, Mangá, Pintura a óleo, Aptidão para vestibulares,
Fotografia, Texturização,
Início: 12/01
Carga horária: de 15 a 45 horas
Dias e horários:
De 2ª a 6ª das 09:00 as 12:00, das 14:00 as 17:00 ou 19:00 as 22:00h
Preço para adultos:
45h - 2 x R$ 150,00
15h - R$ 145,00 (única)
Preço p/ Fotografia com laboratório
30h - 2 x R$ 150,00
Preço p/ Texturização
8h - 2 x R$ 120,00 com kit grátis
Preço para crianças de 06 a 11 anos
10h - R$ 99,50
Av. Cons. Rodrigues Alves, 168 (100m metro Ana Rosa)
www.escolartecultura.com.br
escola@escolartecultura.com.br
Outras unidades: Pinheiros - Santana - Aeroporto - Brooklin e Lapa
Agradecemos a atenção
Contato Angélica 5571-7177
Diálogo Imagens e Vozes de Esperança provoca reflexão sobre ética e
consciência na propaganda
Cerca de 40 pessoas se reuniram no dia 6 de abril, na sede da Brahma
Kumaris em São Paulo, para o diálogo Imagens e Vozes de Esperança (IVE) - a
propaganda criando um mundo melhor. Entre os presentes estavam publicitários,
fotógrafos, designers gráficos, diretores de arte, donos de agências,
empresários, profissionais do terceiro setor, editores e jornalistas. O
evento foi uma realização mundial da Brahma Kumaris, Visions for a Better
World Foundation e SIGMA - Social Innovations in Global Management, em
parceria com o Movimento Mídia da Paz, Estúdio Renata Castello Branco,
Giacometti Propaganda, Full Jazz Comunicação, Perspektiva, Associação Viva e
Deixe Viver, Plural Comunidade e Anima Planejamento e Imagem.
Ken O'Donnell, consultor organizacional e diretor da Brahma Kumaris para a
América Latina, e Rosa Alegria, consultora e coordenadora do Movimento Mídia
da Paz, conduziram o diálogo utilizando o Appreciative Inquiry (entrevistas
apreciativas), criado por David Cooperrider, da Case Western Reserve
University, Cleveland, USA. Este método deixa de lado o discurso deficitário
que permeia a sociedade e convida os participantes a explorarem o que há de
melhor em suas vidas e trabalho. Um processo desenvolvido em 4 fases-chave:
descoberta, sonho, planejamento e destino.
Através de entrevistas em duplas, conversas em grupos de 4 e fórum aberto,
foram trabalhadas 5 perguntas, previamente formuladas pelos facilitadores:
(1) Lembre-se de um momento em que sua auto-imagem mobilizou você
positivamente. Como foi?, (2) Lembre-se de um momento criativo na sua
carreira que contribuiu para um mundo melhor. Como foi?, (3) Descreva
exemplos de propaganda comercial que têm contribuido para um mundo melhor.
Por que? (4) O mundo melhor exige novos padrões de consumo. Como a força da
propaganda pode contribuir para esta mudança? (5) Como traduzir os anseios do
setor para fortalecer sua contribuição positiva para um mundo melhor?
O processo apreciativo fez emergir do grupo as seguintes descobertas,
sonhos e propostas de ações práticas:
Descobertas
Infelizmente os profissionais de publicidade ainda têm vergonha do bem.
Parece que falar do bem e fazer o bem é pejorativo, piegas. É chato, é
antiquado, não é bacana. Sempre é possível sim fazer uma propaganda agradável.
O grande desafio é mostrar que o bem não é chato. Que não é alguma coisa que
eu vou fazer porque eu estou com a minha consciência pesada, mas sim porque é
prazeroso.
Subestima-se o lado humano do consumidor quando a gente acha que precisa
ser apelativo ou explícito para vender. Nesse ponto, tanto agências como
anunciantes estão errando.
A propaganda precisa de humor e alto-astral. Conseguir o sorriso de alguém
que está vendo TV, já é uma grande coisa. É possível sim fazer propaganda com
humor, que crie uma empatia com o produto e consequentemente com o público.
Existe uma linha muito tênue entre fazer uma propaganda que realmente leve o
público a pensar e reagir com humor e fazer uma propaganda que seja grosseira,
que se afaste de seu objetivo inicial e acabe agredindo.
A propaganda pode e deve fazer pela auto-estima de todos. Meu sonho não é
um sonho solitário. Há milhões de pessoas que sonham o meu sonho e querem o
que eu quero e podemos, portanto, fazer juntos. A propaganda tem que fazer
vir à tona as qualidades do consumidor. Palavras e imagens têm poder para
construir ou destruir. Cada um de nós pode fazer bem às pessoas e ao mundo
através de imagens e palavras positivas. Começa em mim. Se eu quero paz eu
preciso ser paz. Se eu quero um mundo melhor eu tenho que ser isso. Os
valores de simplicidade e autenticidade, bem como a transmissão de um
conceito de paz na ação cotidiana são necessários na comunicação.
Sonho
"A função de um sonho é dar poder ao presente." Ken O'Donnell
Valdir Cimino, diretor fundador da Associação Viva e Deixe Viver, deu o
seguinte depoimento sobre a força de um sonho. "Ao questionarmos os
familiares de algumas crianças com 8/9 anos que não sabiam ler nem escrever,
tivemos como resposta, à queima roupa: vai morrer, não precisa de escola. Era
o adulto cortando a visão ou o futuro da criança. A partir desse ponto, e já
estamos trabalhando há 3 anos, resolvemos perguntar às crianças o que elas
querem ser no futuro, principalmente aquelas em estado terminal. Até o dia 11
de abril de 2001 existia a vontade individual: Eu quero ser uma enfermeira.
A partir do dia 11 o foco passou para o coletivo (e a mídia influenciou
bastante): Eu quero um mundo melhor, Eu quero um mundo com mais flores.
Uma criança chegou a desenhar as 2 torres do WTC e escreveu: Eu gostaria que
o World Trade Center fosse construido com mais amor. Num simples ato, podemos
alimentar o sonho de uma criança com câncer e mesmo com HIV. Ela tem direito
ao futuro e tem o direito de colocar esse sonho na ação."
Propostas de ações práticas
- Interferir diretamente nas fontes que hoje premiam o grande trabalho
criativo no mundo. Discutir critérios para que se premie a maior
criatividade com conteúdo ético. Verificar a possibilidade de criar um
código de ética para marcas.
- "Multiplicar a mensagem do IVE, conversando com colegas de criação e
jornalistas. Eu não conheço ninguém que não pense o que a gente está
discutindo hoje aqui. Mas todos estão reprimidos por uma espécie de ser
estranho que monitora particularmente o publicitário, parece que você ser
muito ético ou você se preocupar com a dignidade humana não é
suficientemente criativo." (palavras de Christina Carvalho Pinto,
presidente da Full Jazz Comunicação)
- Aprofundar e divulgar os mecanismos que já existem sobre regulamentação
da propaganda, como o CONAR (Conselho Nacional de Auto-regulamentação
Publicitária).
- Lançar um concurso nacional que aprofunde a questão dos valores
essenciais ou criar a categoria publicidade dentro do Prêmio Mídia da Paz
que já existe.
- Criar equipes que divulguem a mensagem do IVE junto às agências e
faculdades de comunicação, aproveitando o material disponível (fita de
video). Criar uma agenda de novos valores para a propaganda. Constituir uma
comunidade de aprendizagem e expansão da consciência estimulando a
transformação interior como ponto de partida para a criação de um mundo
melhor. Inserir nos diálogos outras linguagens como a do silêncio, da arte
e da reflexão. Linguagens que tornem as pessoas mais sensíveis a esse
processo de conscientização.
O IVE (www.ivofhope.org) é uma conversa global sobre o impacto das imagens
e mensagens na vida das pessoas. Foi lançado em Nova York em 1999 e desde
então aconteceram 26 eventos em diversas cidades do mundo. Com o objetivo de
dar continuidade à esse diálogo iniciado no dia 6 de abril em São Paulo, está
sendo agendado um novo encontro para breve. Mais informações podem ser
obtidas pelos telefones 3864 3694 e 3864 2639 ou e-mail
saopaulo@bkumaris.com.br
A Brahma Kumaris (www.bkumaris.com.br)
é uma organização internacional sem fins lucrativos que trabalha por uma
mudança positiva no ser humano e na sociedade. Possui status consultivo geral
no Conselho Econômico e Social das Nações Unidas. Recebeu 7 prêmios de
Mensageiro da Paz da ONU.
Diálogo
Imagens e Vozes de Esperança, no Rio de Janeiro,
mobiliza comunicadores por uma mídia melhor
O diálogo Imagens
e Vozes de Esperança (IVE), realizado no Rio de Janeiro em 24/11/01, teve
como tema “A Mídia como Agente de Benefício do Mundo”. Entre os presentes
estavam jornalistas de rádio, TV e jornal, artistas, fotógrafos, educadores,
publicitários, estudantes, advogados, enfim, 52 profissionais cientes da
grande força transformadora da mídia. O encontro funcionou como pré-estréia
de uma nova história na mídia. Prova disso foi o resultado final: a formação
de um core-group, que servirá de referência para o andamento dos
projetos. O site Mídia da Paz foi disponibilizado para canal de expressão do
grupo.
O IVE (www.ivofhope.org)
é uma conversa global sobre o impacto das imagens e mensagens na vida das
pessoas. A primeira conversa aconteceu em 1999 em Nova York com cerca de 400
profissionais de mídia e artes, e desde então diversos diálogos têm sido
realizados ao redor do mundo, utilizando sempre o método Appreciative
Inquiry (perguntas apreciativas), criado por David Cooperrider da Case
Western Reserve University e fundamentado em entrevistas que buscam o que dá
mais vida às pessoas e organizações. O IVE é uma realização mundial da
Brahma Kumaris, Visions of a Better World Foundation, e SIGMA - Social
Innovations in Global Management.
Como foi
Judy Rodgers,
coordenadora internacional do IVE, fez alguns comentários, após a
apresentação do video do projeto: "Pensem no dia de hoje como a abertura de
um diálogo, não um evento. Um diálogo para percebermos que é possível fazer
algo para mudar a realidade. Nós da midia temos a ver com o que criamos.
Existe uma construção social através da linguagem. Mudanças sociais podem vir
a partir de conversas públicas. Ação só é possivel quando há relacionamento.
A transformação sempre virá da periferia para o centro. O que move esse
projeto é a idéia de que o mundo precisa de uma nova história. A história
prevalecente - a do mundo como oportunidade de negócios - é uma história
muito reduzida."
Gayatri Naraine,
também coordenadora do projeto e representante da Brahma Kumaris na ONU em
NY, soube maximizar a belíssima visão do horizonte - o evento aconteceu no
Carlton Rio Atlantica Hotel de frente para o mar - criando dois momentos para
meditações orientadas e levando o grupo ao silêncio interno necessário às
reflexões e interações do dia. O programa também incluiu três apresentações
artísticas: clowns, canto lírico e ballet.
Os organizadores do encontro
produziram perguntas apreciativas em três etapas distintas: Momentos
Significativos, Criando uma Nova História e O Futuro em Ação. Um sentido
de urgência vindo de mentes e espíritos abertos foi o forte das conversações
em grupo. Todos queriam falar e compartilhar idéias e experiências, mantendo
em alta vibração a energia do ambiente durante todo o dia. Oriana White,
psicóloga, diretora da CPM Research, deu um breve relato sobre o resultado
da pesquisa Paz e Não-Paz: o que significam: “Paz é não-medo. Quando
estou com medo eu já estou tolhendo a minha liberdade. Não há um estado de
paz e sim um processo de paz, infindável. A paz e a não-paz são os lados da
mesma moeda. É um equilíbrio que vai sendo construído a cada momento.”
Ações futuras
Após as entrevistas, os 5
grupos formados propuseram várias ações. Grupo
1 - Diálogo no Rio: formar um core-group
e realizar um encontro no dia 08/12 para consolidar o conceito de paz e
não-paz, debater sobre o que é notícia boa e o que não é (aula do Prof.
Evandro Ouriques da UFRJ) e usar o material do Movimento Mídia da Paz.
Grupo 2 - Mídia da Paz: trabalhar com o Projeto Vivendo Valores da Brahma
Kumaris; formar leitura crítica nas escolas de jornalismo; buscar o que fazer
para que a paz seja notícia; trabalhar as fontes de inspiração que podem
informar jornalistas das boas notícias; criar enquete no site Mídia da Paz
sobre “reportagem mais construtiva da semana”; criar o Selo da Paz On-Line
“que valor você daria para sua cidade?” Grupo 3 - Mídia e ONG's:
aprender com os passos bem-sucedidos da ONG Viva Rio; incrementar relações
com editores; trabalhar o desinteresse da mídia pela espiritualidade; criar
fatos que tragam surpresa diariamente. Grupo 4 - Mobilização:
entrelaçar as idéias na essência; consagrar o Imagens e Vozes de Esperança;
fazer do core-group uma caixa de ressonância; alimentar um grupo de
discussão na internet (midiadapaz@intl.egroups.com). Grupo 5 -
Propaganda e Marketing: buscar mais ética na comunicação; prover de
conteúdo de paz todos os espaços disponíveis como o site
www.midiadapaz.org e
www.ciadaboanoticia.com.br;
atuar no coração da cidade através dos formadores de opinião (ABA, Clube de
Criação); criar vinhetas com imagens de paz.
Depoimentos
"Nunca foi tão importante
refletir sobre o impacto de nossas palavras, das imagens que veiculamos, do
tom que emprestamos à narrativa, e acima de tudo, dos fundamentos que regem a
notícia e a publicidade. O mundo que reconhece a mídia como um poder, é o
mesmo que sofre de uma brutal crise de valores. Uma mídia com valores éticos,
com princípios elevados, sinalizando os rumos de um mundo melhor, onde haja
justiça, fraternidade e esperança. Uma mídia que não endossa a tese do quanto
mais violento, escatológico e apelativo melhor. Uma mídia que não é passível
de censura, mas busca a auto-regulação como garantia de qualidade. Uma mídia
melhor, por um mundo melhor." André Trigueiro, jornalista, Globo News,
Rio de Janeiro
"O Imagens e Vozes de
Esperança ressoou em mim como um vigoroso toque de despertar. E agir. Todos
nós envolvidos com conteúdos da mídia de massa estamos interferindo, todos os
dias, na história contemporânea da humanidade. É fundamental fazermos dessa
interferência algo construtivo. É um trabalho urgente e gigantesco. Mas
descobri que, felizmente, somos muitos. E não estamos sozinhos." Christina
Carvalho Pinto, presidente da Full Jazz Comunicação, São Paulo
"Imagens e Vozes de
Esperença é um grito dentro de nós mesmos, no sentido de resgatar os valores
vitais para uma vida melhor. A mídia como fornadora de uma cultura mais
sadia, tem como responsabilidade propagar o informação do bem." Valdir
Cimino, presidente da Associação Vive e Deixe Viver, São Paulo
"Recorre a uma metáfora na
tentativa de definir a bela proposta de Imagens e Vozes de Esperança. A
iniciativa soa como um clarim capaz de acender um clarão, na mente de pessoas
interessadas em abrirem clareiras na caminhada por um melhor entendimento
entre os homens. Na verdade, a aventura humana é constituída também de lances
perturbadores e negativos. Mas não apenas disso, ao contrário do que parecem
sugerir, constantemente, alguns procedimentos equivocados e algumas práticas
viciosas presentes no processo de narração das coisas da vida." Cesar
Vanucci, Jornalista, Belo Horizonte
Para mais informações sobre
o IVE e as ações propostas no Rio de Janeiro favor contatar:
No Rio de Janeiro:
Ana Lúcia Oliveira de Castro
-
laranjeiras@bkumaris.com.br,
tel 0xx21-2285 7163
Em São Paulo:
Brígida Fries -
saopaulo@bkumaris.com.br, tel 0xx11-3864 3694
Em Campinas:
Juliana Faria -
bkjuliana@dgnet.com.br, tel 0xx19-3241 7480
Em Brasília:
Cristina Elsner -
brasilia@bkumaris.com.br , tel 0xx61-244 0766
ou 0xx61-365 3717
Em Fortaleza:
Débora Pita -
flautas@secrel.com.br, tel 0xx85-224 5405
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